CRONOLOGIA CIENTÍFICA

 

Por Flávio da Costa Gonçalves

CAMPOS DO JORDÃO (onde desliga?) – A Royal Society de Londres lançou o Trailblazing, um site com uma cronologia interativa, que dará acesso a seleção de artigos científicos mais importantes, mais influentes, mais edificantes, ou intrigantes entre os quase 60 mil publicados pela academia.

O Trailblazing foi lançado por ocasião das comemorações dos 350 anos da instituição e terá, inicialmente, 60 trabalhos que cobrem praticamente todas as disciplinas científicas e abrangem da descrição de uma transfusão sanguínea entre dois cachorros em 1666 até as recentes propostas da geoengenharia para lutar contra a mudança climática, passando pela explicação da descoberta da estrutura do DNA em 1954.

Dando uma rápida vasculhada no site, encontrei a carta enviada por Isaac Newton em 1672 a Royal Society que descreve suas teorias a cerca da natureza da luz e das cores do espectro. Alem disso, há um artigo de Wolfgang Amadeus Mozart com um engenhoso e complicado teste musical (coisa de gênio).

Acho que encontrei uma diversão para os próximos dias.

DIA DA CIÊNCIA

Por Flávio da Costa Gonçalves

TAUBATÉ (Ainda dá tempo) – Falta de energia elétrica, escuridão, viagem, sono e eu quase me esqueci de falar sobre o Dia Mundial da Ciência, comemorado no dia 10 de novembro em todo o planeta Terra.

Desde 2001, a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e Cultura) elegeu o dia 10 de novembro para comemorar o Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento. A data, que começou a ser celebrada no Brasil em 2005, tem o objetivo de colocar em pauta assuntos relacionados aos impactos da pesquisa e dos avanços da ciência e da tecnologia, além de contribuir para o fortalecimento da iniciação, nesta área, de estudantes do ensino médio.

E para falar sobre grandes cientistas, deixo como recomendação uma obra muito bacana que deve estar na estante de qualquer um que goste de ciências. Trata-se do livro “Ciência: 100 Cientistas que Mudaram o Mundo”, do inglês Jon Balchin. O livro conta a história das descobertas científicas, dos cálculos astronômicos dos gregos antigos até a criação da internet, por Tim Berners-Lee. Aqui estão homens e mulheres que nos deram a geometria (Euclides), a imprensa (Gutemberg), o telescópio (Galileu), a dinamite (Alfred Nobel), o telefone (Alexander Graham Bell), a psicanálise (Freud), o rádio (Marie Curie) e a penicilina (Alexander Fleming). Mesclando informação biográfica e descrições das descobertas científicas, esta obra apresenta muitas histórias da evolução científica

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DE OLHO NO ARCO ELÉTRICO

Por Flávio da Costa Gonçalves

CAMPOS DO JORDÃO (mãe, tô na web!) – O vídeo abaixo foi gravado na noite desta quinta-feira, durante uma aula de Didática da Física do curso de licenciatura em Física da Universidade de Taubaté. O cinegrafista é este que vos escreve e quem aparece no frame é o Prof. Ms. Sérgio Renosto, responsável pela disciplina e pelos experimentos emocionantes. Trata-se da exibição de um arco elétrico, ou como prefere alguns, um arco voltaico.

Trocando em miúdos, um arco elétrico é a consequência da ruptura dielétrica de um gás resultante de um fluxo contínuo de corrente elétrica . No caso do meninão do vídeo, são dois os gases que têm suas constantes dielétricas rompidas: o oxigênio e, principalmente, o hidrogênio presente no ar nosso de cada dia.

As descargas de um arco elétrico são utilizadas para a solda e o corte de diversos materiais em vários ramos da indústria. Já os arcos elétricos com gases em baixa pressão são utilizados em letreiros de neon – aquelas letras coloridas e iluminadas que são muito utilizadas em fachadas de bares, lan houses e cafeterias e até nos flashes de sua câmera fotográfica. Os arcos elétricos também acontecem em lugares em que não são desejados, como linhas de transmissão de energia elétrica e equipamentos elétricos.

Você pode obter mais informações sobre os arcos elétricos/voltaicos na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arco_el%C3%A9trico

DORMINDO NO ESPAÇO

 

 

Por Flávio da Costa Gonçalves

CAMPOS DO JORDÃO (será que lá eu consigo dormir?) – Bom dia, criançada. Antes de cochilar para mais um dia de trabalho, estudos, estudos e claro, estudos, um rápido post sobre a promessa de uma empresa radicada em Barcelona, na Espanha. Trata-se de um hotel no espaço. Isso mesmo, um hotel em órbita da Terra, que deve ser construído em alguns muitos anos, mas que já aceitará as primeiras reservas já em 2012. Já tem até nome: The Galactic Suite Space Resort. E como é de se imaginar, o custo de cada diária será um pouco salgado, algo em torno de 3 MILHÕES de Euros por três dias por lá.

Se você se interessou e já conta os dias para passear neste hotel (que pela concepção artística, mais parece aquela nave do Wall-E), basta acessar o site da empresa responsável pelo hotel, : http://www.galacticsuite.com/.

A inciativa é antiga, e o ceticismo por causa desta obra idem. Desde os idos tempos da Guerra Fria que americanos e soviétcos pretendiam montar algo do tipo no Espaço. A tecnologia atual permite esse tipo de hotel espacial, mas o problema consiste em construir e lançar a conta gotas tudo isso até a órbita da Terra. Precisaria de muita grana. Coisa que os construtores dizem ter, afinal, já até arrumaram um bilionário que bancou uma ajuda de U$$ 3 bilhões.

Convenhamos, seria um lugar muito bom para passar uns dias, literalmente por cima dos problemas.

TORPEDO ESPACIAL

Até o dia 24 de agosto, pessoas interessadas em uma experiência fora deste mundo podem visitar a página www.HelloFromEarth.net para publicar mensagens de até 160 caracteres que serão transmitidas ao Gliese 581d, planeta mais próximo fora do Sistema Solar – e que provavelmente deve ter condições de abrigar vida.

O tempo de entrega previsto, contudo, é de quase 20 anos. Não há garantias de uma resposta, informa o site.

“É como uma ‘mensagem em uma garrafa’ enviada para as estrelas. O interessante não é apenas se há alguém ouvindo, mas o que o público dirá à vida inteligente de outro planeta”, afirmou o porta-voz do projeto, o jornalista brasileiro Wilson da Silva.

“O Hello From Earth é nosso modo de mostrar que a ciência pode tornar o impossível possível. Nós estivemos na Lua e agora podemos falar com as estrelas”, acrescentou.

As mensagens, que serão transmitidas do Canberra Deep Space Communication Complex, com cooperação próxima da agência espacial norte-americana Nasa, são parte da Semana Nacional de Ciência da Austrália, que celebra as realizações científicas do país.

Ah sim, as mensagens só podem ser escritas em inglês e para que sejam enviadas ao espaço, é preciso fazer um cadastro simples e seguir as instruções no e-mail indicado por você.

Vale a pena passar um tempo no Hello From Earth lendo as mensagens que os usuários mandam ao espaço.

DE AVIÃO É MAIS PERTO

Por Flávio da Costa Gonçalves

CAMPOS DO JORDÃO (existe cura para a rinite?) – O vídeo ficou famoso, chegou até o Fantástico, e logo deve passar pelo seu clone em outra rede de televisão. Trata-se de um trote feito por uma rádio da cidade de Catalão, em Goiás, alertando a um controlador de voo do aeroporto local sobre um suposto pouso de emergência de um Boeing 747 no pequenino aeroporto da cidade. O detalhe engraçado (?) da história é que o controlador se desespera, já que a pista do aeroporto não é grande o suficiente para que um avião deste porte pousasse com segurança. O controlador então sugere que o suposto piloto vá para outro aeroporto, o de Uberlândia, já em Minas Gerais. O tal piloto então pergunta: “fica muito longe daí?”. A resposta do controlador acaba se tornando a inspiração do título deste post: “de carro fica a 100 km, mas de avião é pertinho!”.

O vídeo como trote é esse aqui.

Não sei se repararam, mas o troteiros viajaram muito!

Pode ter sido o nervosismo com a iminência da chegada de um trambolho daqueles em um lugar tão apertado. Afinal, o controlador se sentiu responsável pelas supostas seiscentas (cabe tudo isso?) pessoas dentro do suposto avião com problemas. Mas o fato é que o cidadão repetiu um erro comum a muitas pessoas: confundir distância com tempo.

Nos meus tempos como professor de ensino médio, eram raras as vezes em que não encontrava alguma resposta para um problema que pedia a distância percorrida escrita como d=10 s ou t=10 m/s. De fato, é comum as pessoas associarem o tempo de chegada a distância percorrida, pois é muito mais fácil e algumas vezes mais prático falar que tal cidade fica a 2 horas, do que dizer que ela fica a 200 km por exemplo. Tempo é dinheiro e ajuda no planejamento, diriam alguns. E é aí que mora o problema, especialmente se quem comete esse erro de associação é um aluno iniciante em Física. Se ele associa distância a unidade de tempo ou tempo a unidade de distância já está cometendo o erro de dimensão da grandeza que ele está medindo. É um erro básico, que deve ser corrigido imediatamente. O correto é sempre dizer que tal cidade fica a 200 km de distância ou que a cidade fica a (aproximadamente) 2 h de viagem.

Lembre-se de que as unidades de medida devem sempre ser equivalentes!

Nosso amigo controlador nunca mais deve repetir que “de avião é pertinho, pertinho”, pois o pertinho no caso se refere ao pouco tempo que ele levaria para chegar até o aeroporto mais próximo. Da próxima vez, ele pode dizer – talvez com um risco de ser redundante ou cometer pleonasmo – que de avião é bem mais rápido do que ir de carro.

O CARRASCO

Lembram-se do rebaixamento de Plutão para a categoria de planeta-anão?

Pois é. Muita gente não entendeu até hoje o motivo desta mudança na nomenclatura. É até compreensível, visto que muita gente passou muito tempo na escola decorando (as vezes sem saber o porque) o nome dos planetas e lá estava Plutão, o último deles. Aí chega alguém e diz que plutão não é mais um planeta.

Mas qual a causa de se falar sobre o rebaixamento de Plutão?

É simples: astrônomo americano Michael Brown, responsável pela descoberta de Eres e, por consequência, pelo rebaixamento de Plutão está no Brasil para a Assembleia da IAU (União Astronômica Internacional, em inglês) que acontece no Rio de Janeiro neste mês.

Deu uma entrevista para a Folha de São Paulo, onde fala sobre o descobrimento de Eres, o rebaixamento de Plutão, e as novas perspectivas para Astronomia. Para conferir, clique aqui.

E claro, obviamente, Brown não é nenhum carrasco por assim dizer. Ele apenas descobriu algo maior e mais parecido que um planeta, fato que ainda gera muita controvérsia quando falamos de Plutão. Talvez o rebaixamento tenha sido a melhor solução: se nada tivesse sido feito, teríamos 16 planetas em nosso sistema solar, alguns que nem de perto se parecem com um planeta. Uma inflação celeste, já imaginou? Por isso, mudar a definição de planeta, e criar novas “categorias” era absolutamente necessário.

Se você quer mais informações sobre a Assembleia Geral da IAU, visite o site oficial: http://www.astronomy2009.com.br/

EMPRESA BRASILEIRA LAÇNA CÂMERAS DE ALTA RESOLUÇÃO PARA SATÉLITES

EMPRESA BRASILEIRA LAÇNA CÂMERAS DE ALTA RESOLUÇÃO PARA SATÉLITES

O Brasil agora é um dos poucos países que detém a tecnologia para a fabricação de câmeras de altíssima resolução utilizadas por satélites e telescópios para tirar fotos de áreas desmatadas ou de lugares distantes do espaço.  O lançamento da câmera é um dos resultados do acordo entre a China e o Brasil para a transferência e desenvolvimento de tecnologia aeroespacial.

A notícia foi publicada pela Folha Online. Abaixo, um trecho da reportagem de Rafael Garcia:

“A empresa de tecnologia ótica Opto, de São Carlos, anunciou ontem a conclusão do projeto de construção das duas câmeras que integram o satélite sino-brasileiro Cbers-3, o primeiro cujas peças principais foram produzidas no Brasil.

O desenvolvimento do projeto, que durou cerca de três anos, levou a empresa a se tornar uma das únicas do mundo a possuir a tecnologia ótica necessária para funcionamento deste tipo de câmera em gravidade zero e no vácuo.

Além disso, o anúncio garantiu ao Brasil a independência tecnológica para tal produção, após um boicote dos EUA, que decidiram não exportar os componentes necessários.

“Eles se negaram a nos vender a tecnologia no meio do projeto, o que até atrasou um pouco o cronograma. Mas o resultado foi bom, uma vez que a vencedora da licitação [Opto] conseguiu, em 11 meses, desenvolver a tecnologia completa”, disse o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.

O satélite, o terceiro de uma série de cinco em parceria com a China, tem lançamento programado para outubro de 2010 naquele país. O governo federal vai utilizá-lo como mais uma ferramenta no combate ao desmatamento e avaliações de produções agrícolas.”

Para mais detalhes, acesse a noticia completa na página Ciência e Saúde, da Folha Online.

Aliás, a prática de “prender” tecnologia é comum nos Estados Unidos. Infelizmente, isso faz parte do jogo.

Mas é uma excelente notícia para a ciência brasileira; afinal o país que mais produz papers no mundo tem também a capacidade de produzir e exportar tecnologia de ponta.

QUARENTA ANOS DE UM GRANDE PASSO PARA A HUMANIDADE

Hoje se completam-se exatos 40 anos da chegada do homem na Lua.

Discussões a parte sobre a veracidade do feito americano, o pouso da missão  Apollo 11 em 20 de julho de 1969 mudou os rumos da Corrida Espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética; anos depois, o poder balístico e tecnológico dos americanos superou o dos soviéticos e a Guerra Fria terminou com a vitória dos americanos. Mesmo assim, foi durante a Guerra Fria que grande parte da tecnologia que utilizamos atualmente foi desenvolvida.

Apesar de ser um dos primeiros eventos transmitidos em escala global, muita gente ainda não acredita na chegada do homem até a Lua. E de tão fantástica a ideia, acha que foi tudo uma farsa! Há vários sites, até em português, que defendem a ideia de fraude para criar uma situação que nunca existiu. E “provam”, com argumentos aparentemente sólidos, que o Homem jamais chegou à Lua e que tudo não passa de uma grande encenação para inglês russo ver!

Apesar de esses argumentos serem aparentemente fortes os suficientes para derrubar qualquer explicação sobre o voo até a Lua existem evidências muito fortes que mostram que o homem realmente pisou por lá. Uma delas é o vídeo abaixo, que mostra a reprodução da famosa experiência de Galileu da queda livre. Como você verá no vídeo, o martelo e a pena chegam ao mesmo tempo no chão, coisa que só é possível em um ambiente de vácuo como o da Lua.(reproduzir esse ambiente na Terra naquela época era praticamente impossível, ainda mais com toda o aparato tecnológico que era envolvido nas missões Apollo).

Outra evidência forte sobre a presença humana na Lua são pedaços do solo lunar trazidos por eles que são estudados até hoje; além desta, temos os espelhos colocados pelos astronautas da missão Apollo 11 que nos auxiliam, por exemplo, no cálculo da distância entre a Terra e a Lua, além da detecção de partículas espaciais que passam por nossa atmosfera a todo o instante.

E para relembrar a data, nós reproduzimos algumas capas de jornais e revistas que relatam a chegada do homem a Lua em 1969.

 

Capa da edição especial da revista Veja sobre a chegada do homem a Lua

 

Capa do Jornal do Brasil de 20 de julho de 1969

Capa do jornal Folha de São Paulo

 

Jornal inglês The Guardian, com a manchete “Na Lua após um perfeito pouso”

 

London Herald anuncia o primeiro homem na Lua

 

O jornal Últma Hora destaca o local do pouso da missão Apollo 11, em um local da Lua chamado “Mar da Tranquilidade”

 

O jornal Daily Mirror destaca do Homem na Lua, em uma edição especial sobre a missão Apollo 11

 

A Folha da Tarde destaca o primeiro ser humano a pisar no solo lunar, o americano Neil Armistrong.

A capa do dia 21 de Julho de 1969 destaca os primeiros passos da missão na Lua e os preparativos para o seu retorno a Terra.

Enfim, esta é uma data para ser sempre lembrada. A conquista do espaço, os primeiros passos na Lua… De alguma forma, toda a tecnologia que você usa em seu dia a dia teve a colaboração de alguma tecnologia empregada em uma missão espacial, fosse americana ou russa.

Outros links interessantes sobre a chegada do homem na Lua são:

Departamento de História da NASA – http://www.nasa.gov/externalflash/apollo11/gallery_index.html

Modern Mechanix – http://blog.modernmechanix.com/2008/07/08/man-to-the-moon/

Fotografísicas especiais no Praticando Física – http://www.praticandofisica.com.br/fotografísicas

Especial sobre a chegada do Homem a Lua da Folha de S. Paulo – http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u597434.shtml

 

ELES QUASE CHEGARAM ANTES NA LUA

No dia 20 de julho deste ano comemoraremos os 40 anos da chegada do homem a Lua. É uma data a ser celebrada por toda a humanidade (e não só pela comunidade científica); a chegada do homem a outro corpo celeste mudou fatalmente os rumos da história de nosso planeta. Graças ao pouso de uma nave americana na Lua, os Estados Unidos venceram a Corrida Espacial e deram um grande passo na vitória da Guerra Fria contra a União Soviética. Por consequência da vitória americana, o capitalismo venceu e hoje é o regime econômico predominante no planeta.

Não é difícil que às vezes nos perguntemos o que aconteceria se a União Soviética chegasse antes dos americanos a Lua e vencesse a corrida espacial. Provavelmente nosso mundo seria modificado de alguma forma, talvez sutilmente, talvez radicalmente. É importante lembrar que a URSS foi a primeira nação a mandar um homem ao espaço e alguns preferem classificar este ato como a verdadeira vitória na corrida espacial.

Mas você sabia que a União Soviética quase chegou à Lua antes dos americanos?

Este é um fato pouco conhecido. Enquanto a missão Apollo 11 viajava pelo espaço até a Lua, a nave Luna 15 foi mandada até  lá para recolher partes do solo lunar e retornar a Terra com eles. Uma verdadeira corrida se passou desde a detecção da Lunna 15 pelos americanos, pois a nave soviética estava seis horas a frente da missão Apollo 11. Se o curso continuasse naquela velocidade, a nave Lunna 15 chegaria muito tempo antes dos astronautas americanos.

As gravações e os relatos de quem viveu essa corrida na corrida espacial, com lances de espionagem dignos de 007, podem ser vistos neste link aqui.

E não se esqueça de que no dia 20 o homem completa 40 anos de seus primeiros passos na Lua. Quem sabe um dia não faremos um post falando sobre o aniversário da presença do homem em outro planeta?